segunda-feira, março 26, 2007

ACTA DIURNA AMAPAENSE: três "supostos" momentos do mais do mesmo.

Interessante é o movimento de acontecimentos nas terras desse nosso Brasil. Recentemente algumas operações de desmonte de grupos articulados em espoliar o erário estão estampadas nas manchetes dos jornais de Macapá e de outras partes do Brasil. Mais interessante ainda é que vez ou outra irrompe esse tipo de apreensão como se pudéssemos periodicizar quando isso irá acontecer. Seja na chamada Operação Sanguessuga até a atual, denominada de Antídoto, o que se vê é a publicação de esquemas fraudulentos e ilegais que estão a acontecer bem diante de nossos olhos; e o que nos falta de percepção para vermos a sanha desses eventos criminosos esbara na conivência de parcelas da população que fortalecem tais inescrupulosos arranjos em benefícios próprios. Assim segue nossa crônica local com indícios dos mais desabonadores aos cenários empresarial, político e social. Das duas uma, ou não sabemos definir o joio do trigo dos acontecimentos, interesses, personalidades e esquemas; ou por outro lado, apreciamos tudo, qual construção de um circo social, onde vemos os acontecimentos das apreensões e roubos do patrimônio público como algo verdadeiramente semelhante a um show de horrores de nossa sociedade, típico daquilo que se divulga de mais perverso e ao mesmo tempo mais inebriante, criando certo público cativo. Nesse ultimo caso, temos muito do que nos preocupar, pois assim sendo, seriamos quais pagantes de um espetáculo que já sabemos o enredo, não abrindo possibilidades de reclamação, nem muito menos lugar para reverberações outras caso a mensagem subliminar seja mais que obviamente taxativa: somos nós os palhaços do circo social. Quero crer o contrário, mas...

As imagens acima foram tiradas do site de um jornal local, portanto não caraterizam calúnia, mas ilustração de fatos. Se verdadeiros culpados ou não, cabe as apuraçòes; ainda assim, figuram, quem sabe, como lugares-tenente de atores que daquilo que ainda nem sabemos, ou não queremos ver.

Estamos atentos,

Conselho Editorial.

Um comentário:

Gabriel Penha disse...

Dêem uma acessada no meu blog, lá tem uma carta de um morador do "Rabo da Gata", área periférica de Macapá. A "Operação Antídoto" sob a ótica do parente de uma vítima. coloquei o título "desabafo de um morador de baixada".